SIMPLEX 2006
Ora pois bem, cá vai mais um "outro comentário", agora sobre mais uma medida do "nosso" governo.
Antes de mais, só deixar um pensamento, que se isto continua com este ritmo, por questões de agenda, não irei conseguir explicar ou opinar sobre outros assuntos, o que, gostaria de fazer.
Mas indo de encontro ao tema.
Tive o "prazer" de ler, ainda que não todo, um bom bocado do SIMPLEX (para os mais distraídos, ou menos interessados aqui fica o link para o documento).
E sendo eu da área de sistemas de informação, já há uns bons anos, modéstia à parte, é, no mínimo frustrante, ver que, e por experiência profissional, um trabalho deste tipo, que deve ter consumido bastantes recursos, e para chegar à conclusão de coisas tão simples.
Eu, na minha pequenina insignificância, já não consigo perceber, e podem dizer à vontade que é por não querer ou não ter que, como é possível, nos tempos de hoje, se quiser aceder a um simples papel (papel, qual papel. Haaaa o papel), ter de me deslocar a um qualquer espaço físico, para na maioria dos casos, à posteriori proceder ao seu preenchimento, e ter de voltar ao ponto de partida para o entregar.
Não consigo perceber, mas quando isto me afecta directamente, fico irritado (é claro que fico irritado), e parto à partida com um mau feitio, que se por azar o Sr. funcionário público, não tiver um bocadinho de paciência (a ciência da paz) para me aturar, vai dar um daqueles espectáculos que, infelizmente, todos conhecemos nos serviços públicos.
Não é que me considere uma pessoa belicosa ou implicativa, mas a ciência da paz, infelizmente, também tem limites, principalmente em coisas tão básicas.
É que estamos a falar de perder tempo, o que por si só já é mau, mas estamos a falar também de incómodos, deslocações, dinheiro, ou seja, estamos a falar fundamentalmente de toda a nossa saúde, quer física, quer mental, quer social.
Mas com ia dizendo, é impressionante ver que foi necessário “perder” tempo, por parte dos eleitos, entenda-se, para averiguar um conjunto, ao todo 333, de medidas, que se os chefes de serviços quisessem realmente fazer, pelo menos, o seu serviço, bem feito, já teriam chegado a essas conclusões.
Rectifico (pois é para isso que eles lá estão) se quisessem, pelo menos, fazer aquilo que lhes compete, nomeadamente atender o cidadão, e entenda-se por atender, que é atender bem, ou seja, resolver a razão da deslocação do cidadão aquele espaço, e já não digo nem quero utilizar a ideia empresarial, de marketing ou economicista de “satisfazer o cliente”.
Também pela experiência profissional, sei reconhecer que o trabalho que foi feito era realmente necessário (é pena que venha tarde), pois nada, ou muito pouco, existia, e que com os líderes da “nossa” oposição politica actual, que temos e que acabam por fazer uma oposição sem nexo e demagoga, assim como a comunicação social (que intitulando-se de ser o 7º órgão de poder) não houve outra maneira de “dar a conhecer” ao mero cidadão as referidas medidas, a não ser com todo este folclore, com que já começamos a ficar habituados.
Para concluir, ainda bem que “inventaram” (se é que se pode voltar a inventar a roda) este simplex, que entre em vigor rapidamente, fico (ou melhor ficamos) a aguardar que este simplex evolua e que possamos, dentro em breve, deixar somente de ter os impressos on-line e que possamos começar a entrega-los, isso sim, on-line.
Antes de mais, só deixar um pensamento, que se isto continua com este ritmo, por questões de agenda, não irei conseguir explicar ou opinar sobre outros assuntos, o que, gostaria de fazer.
Mas indo de encontro ao tema.
Tive o "prazer" de ler, ainda que não todo, um bom bocado do SIMPLEX (para os mais distraídos, ou menos interessados aqui fica o link para o documento).
E sendo eu da área de sistemas de informação, já há uns bons anos, modéstia à parte, é, no mínimo frustrante, ver que, e por experiência profissional, um trabalho deste tipo, que deve ter consumido bastantes recursos, e para chegar à conclusão de coisas tão simples.
Eu, na minha pequenina insignificância, já não consigo perceber, e podem dizer à vontade que é por não querer ou não ter que, como é possível, nos tempos de hoje, se quiser aceder a um simples papel (papel, qual papel. Haaaa o papel), ter de me deslocar a um qualquer espaço físico, para na maioria dos casos, à posteriori proceder ao seu preenchimento, e ter de voltar ao ponto de partida para o entregar.
Não consigo perceber, mas quando isto me afecta directamente, fico irritado (é claro que fico irritado), e parto à partida com um mau feitio, que se por azar o Sr. funcionário público, não tiver um bocadinho de paciência (a ciência da paz) para me aturar, vai dar um daqueles espectáculos que, infelizmente, todos conhecemos nos serviços públicos.
Não é que me considere uma pessoa belicosa ou implicativa, mas a ciência da paz, infelizmente, também tem limites, principalmente em coisas tão básicas.
É que estamos a falar de perder tempo, o que por si só já é mau, mas estamos a falar também de incómodos, deslocações, dinheiro, ou seja, estamos a falar fundamentalmente de toda a nossa saúde, quer física, quer mental, quer social.
Mas com ia dizendo, é impressionante ver que foi necessário “perder” tempo, por parte dos eleitos, entenda-se, para averiguar um conjunto, ao todo 333, de medidas, que se os chefes de serviços quisessem realmente fazer, pelo menos, o seu serviço, bem feito, já teriam chegado a essas conclusões.
Rectifico (pois é para isso que eles lá estão) se quisessem, pelo menos, fazer aquilo que lhes compete, nomeadamente atender o cidadão, e entenda-se por atender, que é atender bem, ou seja, resolver a razão da deslocação do cidadão aquele espaço, e já não digo nem quero utilizar a ideia empresarial, de marketing ou economicista de “satisfazer o cliente”.
Também pela experiência profissional, sei reconhecer que o trabalho que foi feito era realmente necessário (é pena que venha tarde), pois nada, ou muito pouco, existia, e que com os líderes da “nossa” oposição politica actual, que temos e que acabam por fazer uma oposição sem nexo e demagoga, assim como a comunicação social (que intitulando-se de ser o 7º órgão de poder) não houve outra maneira de “dar a conhecer” ao mero cidadão as referidas medidas, a não ser com todo este folclore, com que já começamos a ficar habituados.
Para concluir, ainda bem que “inventaram” (se é que se pode voltar a inventar a roda) este simplex, que entre em vigor rapidamente, fico (ou melhor ficamos) a aguardar que este simplex evolua e que possamos, dentro em breve, deixar somente de ter os impressos on-line e que possamos começar a entrega-los, isso sim, on-line.